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Fórmula 1

[CONTROLACONTEUDO]

Foi Lewis Hamilton, mas poderia ter sido Juan Manuel Fangio, Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet, Ayrton Senna, Keke Rosberg ou Nigel Mansell.

Poderia ter sido Michael Schumacher (e como vai ser legal quando ele sair do coma), Damon Hill, Alain Prost ou Gerard Berger. Ou talvez até Jos Verstappen.

Poderia ter ocorrido em Interlagos, SPA Francorchamps, Jacarepaguá, Silverstone ou Hockenheim. Decidindo campeonato em Adelaide ou Suzuka. Ou abrindo a temporada em alguma praça nova do circo.

Quando uma grife como a da F1 chega ao feito de 1000 GPs em sua história devemos celebrar. Porque algo deu certo, gerando uma competição histórica, mercado de trabalho e provocando sonhos em garotas e garotos de um dia pilotar suas McLarens, suas Ferraris ou alguma nova Scuderia que coloque seu nome na história.

Para chegar a 1000 Grandes Prêmios a F1 precisou iniciar sua trajetória em 1950. É muita história para ser respeitada. A própria evolução dos carros de passeio em que andamos se deve a busca incessante de equipes de mecânicos, engenheiros e projetistas aliados a seus chefes de equipe e pilotos em vencer uns aos outros.

Por isso, que pouco importa o Pódio ao final da simbólica corrida de número 1000. Quem ergueu o troféu neste domingo em Xangai e depois se banhou de Espumante nobre foi a Senhora Fórmula Um.

Vinicius Geissler é psicólogo formado pelo Centro Universitário Franciscano e Coaching graduado pela SLAC. Atua na área esportiva desde 2013 e escreve nas horas vagas.

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