Estádio dos Eucaliptos recebe nova vistoria e é liberado pelo Corpo de Bombeiros

Mesmo com PPCI em mãos, clube esmeraldino ainda tem adequações para fazer em sua casa para solicitar a vistoria da Brigada Militar

(Foto: Bruno Tech/EsporteSUL)

Uma das grandes batalhas travadas nos últimos anos pelo Riograndense e pela gestão do presidente Gilberto Pires começa, enfim, a ser vencida pelo clube da zona norte santa-mariense.

Nesta última segunda-feira (27/01) o Periquito obteve a liberação do Estádio dos Eucaliptos para voltar a receber partidas oficiais por parte do Corpo de Bombeiros. Após mais uma vistoria, realizada na última semana, a praça esportiva do Bairro Perpétuo Socorro teve o Plano de Prevenção Contra Incêndio (PPCI) concedido.

Agora o clube volta suas atenções aos ajustes finais, que são o cercamento do campo e distâncias das goleiras com as arquibancadas, para solicitar a vistoria da Brigada Militar e posteriormente da Prefeitura Municipal, encarregada de emitir o alvará sanitário, para que consiga abrir os portões ao público e torcedor esmeraldino.

Atendendo todos os itens de segurança e proteção contra incêndio, o Estádio dos Eucaliptos está liberado pelo Corpo de Bombeiros para sediar jogos até dezembro de 2021. Segundo a nova vistoria a casa esmeraldina está apta para acomodar 2116 torcedores.

Apesar do alento, a diretoria esmeraldina voltou a reiterar que o clube não vai mesmo disputar a Segunda Divisão em 2020, sobretudo pela dificuldade financeira e pouco tempo para concluir os últimos ajustes no estádio.

- Já foi descartado este ano (retorno as competições oficiais). Pois além da questão financeira existe a pendência destas tarefas, do cercamento e complemento obras. Este ano será de preparação. Devemos fixar em categorias de base e escolinhas futebol. - comenta o presidente Gilberto Pires.

O último jogo realizado pelo Riograndense em seu estádio foi há exatos 976 dias, em maio de 2017, quando com portões fechados o Periquito venceu o Guyarany-CAM por 3 a 1 pela Terceirona Gaúcha, no que foi também a sua última partida oficial antes da sua derrocada, culminando na desistência da competição por conta justamente da não liberação dos Eucaliptos e na pena de dois anos sem futebol profissional imposta pela Federação Gaúcha de Futebol (FGF).

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